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Como trabalhar na Advocacia Criminal

Como trabalhar na Advocacia Criminal? Muitos advogados iniciantes se sentem atraídos por essa área, mas possuem muitas dúvidas em como trabalhar na Advocacia Criminal, principalmente, no início da carreira: abrir ou não um escritório, constituir ou não sociedade, como registrar a sociedade na OAB, escolher um nicho ou atuar como generalista, dentre outras.

Essas são dúvidas muito comuns entre os Advogados Criminalistas iniciantes. Se você deseja se especializar na área criminal, conheça as alternativas que vou te apresentar no artigo de hoje!

Eu sou a Cris Dupret, advogada criminalista atuante na área de consultoria e mentora de advogados iniciantes na Advocacia Criminal através do Curso de Prática na Advocacia Criminal, onde preparo, com foco na prática, advogados que desejam atuar com segurança na área penal.

O Curso de Prática na Advocacia Criminal te ensina desde os aspectos mais básicos como o atendimento ao cliente, até as atuações mais complexas como a sustentação oral. E ele está com uma condição imperdível! Para ter acesso vitalício ao curso CLIQUE AQUI e ao fazer sua matrícula, escolha o acesso vitalício – ao invés de 1 ano de acesso, você poderá acessar enquanto o curso existir!

Primeiro passo para trabalhar na Advocacia Criminal

Muitos Advogados Criminalistas iniciantes ficam completamente perdidos no começo da carreira e desconhecem o caminho que devem percorrer para alcançar o sucesso profissional.

Realmente, o início na Advocacia Criminal pode ser muito duro se você não seguir um planejamento, traçando as metas necessárias para chegar ao destino final: a satisfação de ser reconhecido pelo seu árduo trabalho dentro da área criminal.

Hoje, a verdade é que a concorrência na advocacia é grande. Mas, é claro que, mesmo diante deste cenário, há milhares de advogados muito bem-sucedidos, especialmente os criminalistas, onde de forma diversa da advocacia cível, por exemplo, não há uma limitação específica sobre o valor da causa.

Para chegar lá, é preciso adotar as estratégias certas e ter dedicação, foco e disciplina até alcançar o patamar que planejou para a sua carreira.

Então, decidi trazer algumas orientações para você que deseja iniciar na área penal ou já está advogando e ainda não conhece as alternativas de como trabalhar na Advocacia Criminal, principalmente, no início da sua carreira.

Sempre gosto de ressaltar que, de maneira nenhuma se trata de uma fórmula mágica, e não tenho a pretensão de dizer o que é melhor para você, pois isso apenas você saberá responder, dependendo do que traçou como meta a ser alcançada em sua carreira. Mas, com a minha experiência de 20 anos na Advocacia Criminal, me sinto no dever de trazer algumas considerações que podem te ajudar nesse processo de desenvolvimento da carreira profissional. Vamos lá?

Trabalhar de forma autônoma ou abrir um escritório

Para quem está iniciando agora na Advocacia Criminal, sempre recomento que somente tenha um escritório quando realmente houver necessidade. Enquanto não for necessário, – e sejamos sinceros: no início da carreira, não é necessário – utilize as salas da OAB (procure se informar em sua subseção) ou de empresas de coworking (local de trabalho compartilhado), que você terá uma despesa bem menor do que manter um escritório inteiro só para você.

Lembre-se que, no início da Advocacia Criminal, você não precisará de um escritório, e sim, de clientes.

Mas, caso você decida por abrir um escritório, então mantenha baixas as despesas fixas do seu escritório até que a sua carteira de clientes cresça e você tenha uma boa receita recorrente.

Uma dica é criar formas de gerar receitas recorrentes dentro da Advocacia Criminal, como a atuação em “Compliance”, realização de consultorias a escritórios e departamentos jurídicos mediante um pagamento mensal fixo etc.

Constituir ou não uma sociedade de advogados

Mesmo que você decida atuar sozinho na Advocacia Criminal, você pode atuar em forma de sociedade. Desde 2016, a Lei 13.247 permite aos profissionais do Direito formalizar suas empresas como sociedade unipessoal de advocacia, sem a necessidade de investir em uma sociedade simples.

A vantagem é que você tem a possibilidade de optar pelo Simples Nacional como sistema de tributação, recolhendo impostos com valores reduzidos que fogem das pesadas obrigações da atividade de profissional liberal.

A formalização da sociedade de advocacia é um processo simples e ocorre com o registro do contrato social junto à OAB do seu Estado. Em regra, para realizar o registro, é necessário a razão social, objetivo social e outros detalhes além do pagamento das taxas devidas. Entre em contato com a seccional da sua região.

Ser um Advogado Dativo e um Advogado correspondente

Ser Advogado Dativo pode ser uma grande oportunidade no começo da carreira para captação de clientes e para desenvolver a experiência na prática penal. Defensor Dativo é o advogado nomeado pelo juiz para defender o réu gratuitamente, podendo ou não receber remuneração paga pelo Estado. Conforme cada caso, os Defensores Dativos são remunerados pelos cofres públicos e desempenham uma atividade transitória, pois, normalmente, atuam de forma esporádica em alguns processos ou atos processuais específicos.

Atuando desta forma, você amplia a sua visibilidade na sua região, colocando a sua autoridade e expertise na Advocacia Criminal em prática e, nessa função, conhece muitos profissionais de outras áreas, podendo assim surgirem parcerias proveitosas.

Para se inscrever para uma vaga de Defensor Dativo, o advogado voluntário deve buscar informações acerca da inscrição. Em alguns locais, será na Seccional/Subseção da OAB. Em outros locais, ocorre no Tribunal de Justiça, que pode disponibilizar cadastro, inclusive eletrônico.

Já a Advocacia por correspondência tem se tornado cada vez mais comum no mercado da advocacia. Na verdade, acaba sendo uma maneira de economizar para realização de serviços que exigem o deslocamento físico.

Podemos dizer que é uma forma de advocacia colaborativa e você ainda tem grandes chances de ter um retorno financeiro e realizar ótimas parcerias que podem render bons clientes.

Existem alguns sites que você pode se cadastrar e oferecer seus serviços de advocacia criminal e outros como o Apoio Forense, Migalhas, Diligeiro, Dubbio, Juriscorrespondente e outros.

Escolher um nicho promissor ou atuar como generalista

No primeiro módulo do Curso de Prática na Advocacia Criminal chamado “O Advogado iniciante”, faço questão de levar aos meus alunos orientações iniciais para aqueles que desejam sair do zero na prática penal. Assim, a primeira aula desse módulo é sobre a escolha do nicho de atuação.

Você já deve ter me ouvido falar que “quem quer fazer tudo acaba não fazendo nada”, e isso é uma realidade na advocacia, concorda?

Se você é um advogado iniciante, naturalmente, vai começar atuando como generalista ou “clínico geral”, e está tudo bem! Isso é comum e não é de todo errado no início.

Contudo, você precisa definir a sua meta e prioridades, portanto, escolha um nicho interessante, de preferência, pouco explorado, especialize-se nele, e trace as metas para que isso aconteça.

Muitos livros sobre Advocacia estratégica e marketing jurídico destacam a necessidade de que o Advogado do futuro escolha um nicho e se restrinja a ele. Justamente porque o mercado atual possui uma enorme margem de crescimento para os profissionais especializados.

Na Advocacia Criminal temos vários nichos como a advocacia consultiva, a Execução Penal, o Criminal Compliance, advocacia especializada em Tribunal do Júri, a investigação defensiva, enfim, muitos outros nichos interessantes.

Eu sou especialista no nicho da Execução Penal e digo que este é um dos nichos mais promissores que temos hoje.

Leia também: Qual nicho escolher para advogar

Bom, espero ter contribuído com você que está pensando em iniciar na Advocacia Criminal e busca o sucesso profissional.

Quando desenvolvi o Curso de Prática na Advocacia Criminal, pensei nos Advogados Criminalistas iniciantes que se sentem perdidos no começo da carreira. O curso é 100% on-line, composto por 15 módulos, mais de 160 aulas, mais de 60 horas de aula, banco com modelos de peças processuais e roteiros para elaboração, modelos de contrato, de procuração e que objetiva passar toda a experiência na Prática da Advocacia Criminal, além de possibilitar a atualização de profissionais da área.

 

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