Prática Penal na 2ª Fase da OAB: o Guia Definitivo para Aprovação

pratica penal 2 fase oab
Processo Penal | OAB 📅 Atualizado: abril/2026 ⏱ 14 min de leitura

A prática penal na 2ª fase da OAB é o momento decisivo na carreira de quem quer ser advogado criminalista: ou você sabe identificar a peça certa, estruturar a resposta à acusação e apresentar as teses de mérito com precisão — ou você vai para a próxima tentativa. Este guia foi criado para que isso não aconteça com você. Aqui você encontra tudo o que a FGV cobra na prova, com o método que Cristiane Dupret usa para preparar candidatos há mais de 15 anos.

Neste guia definitivo sobre prática penal na 2ª fase da OAB, você vai aprender como a prova é estruturada, quais são as peças mais cobradas pela FGV, como montar a resposta à acusação passo a passo, quais teses de mérito sempre aparecem e — o mais importante — quais erros eliminam candidatos antes mesmo da correção do mérito. Se você quer a carteira da OAB na área criminal, este conteúdo foi feito para você.
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Cristiane Dupret
Advogada criminalista, Mestre em Direito Penal pela UERJ, fundadora do IDPB — Instituto Direito Penal Brasileiro. Autora de obras pela Editora Juspodium, entre elas o Direito Penal — Teoria e Prática para 1ª e 2ª Fases da OAB. Há mais de 15 anos prepara candidatos para a 2ª fase da OAB em Direito Penal e atua na Advocacia Criminal em todo o Brasil.
Advogada OAB Mestre em Direito Penal Especialista em OAB 2ª Fase Autora Juspodium
Conteúdo atualizado para o 46º Exame de Ordem (2026). Análise com base nos padrões de resposta da FGV e nas provas dos últimos 5 anos.

1. Como cai a prática penal na 2ª fase da OAB

A prática penal na 2ª fase da OAB segue um formato fixo, definido em edital pela FGV: a prova tem duração de 5 horas e é composta por uma peça prático-profissional, que vale 5 pontos, e quatro questões práticas discursivas, cada uma valendo 1,25 ponto. Para ser aprovado, é preciso obter no mínimo 6 pontos no total — e não zerar a peça. Se a nota da peça for zero, a reprovação é automática, independentemente do desempenho nas questões.

Isso coloca a peça no centro da sua preparação. Ela não é apenas a questão de maior valor: é a questão que define se você passa ou não. Por isso, dominar a prática penal na 2ª fase da OAB começa por entender que a peça tem regras próprias — e que essas regras podem ser aprendidas com método.

⚠️ Regra de ouro: Zerar a peça = reprovação automática. A nota mínima para aprovação é 6,0 pontos, mas o zero na peça impede a aprovação mesmo que você tire 10 nas quatro questões discursivas. A peça vale 5 pontos e é eliminatória se zerada.

A prova permite consulta ao Vade Mecum, conforme as restrições do edital. Isso significa que você não precisa memorizar artigos, mas precisa saber onde procurar e como usar a lei de forma estratégica. Um candidato que conhece a estrutura das peças de prática penal na 2ª fase da OAB usa o Vade Mecum como ferramenta, não como muleta.

O que é cobrado nas questões discursivas?

As quatro questões práticas trazem casos concretos e exigem análise jurídica fundamentada. Nos últimos exames, a FGV cobrou temas como prescrição, excludentes de ilicitude, crimes específicos do Código Penal e leis extravagantes, incidentes processuais e situações de execução penal. A chave aqui é identificar com rapidez o instituto jurídico em jogo, citar o fundamento legal correto e responder com objetividade — sem “encher linguiça”.

💡 Dica da Cris Dupret: Reserve ao menos 2h para a peça e 45 minutos para cada questão discursiva. Comece pela peça — é onde está o maior risco de eliminação e onde a cabeça ainda está fresca.
Linha do tempo processual penal: quando cabe cada peça na prática penal 2 fase OAB
Linha do tempo processual penal — o momento de cada peça de prática penal na 2ª fase da OAB. Apelação lidera as estatísticas dos últimos exames da FGV.

2. As peças mais cobradas na prática penal 2ª fase OAB

Embora a FGV possa cobrar qualquer peça processual penal, a análise das provas dos últimos exames revela padrões claros. Conhecer as peças mais cobradas na prática penal da 2ª fase da OAB não é apostar em uma delas — é garantir que você esteja preparado para as situações que aparecem com mais frequência, sem abrir mão de dominar as demais.

Antes de listar as peças mais frequentes, um dado importante: a Apelação foi cobrada 5 das 11 últimas provas (Exames 34º a 44º), sendo de longe a peça mais recorrente em Direito Penal. Resposta à Acusação aparece em segundo lugar, e completam a lista Memoriais, Agravo em Execução, Recurso em Sentido Estrito e Contrarrazões à Apelação.

Peça Momento de cabimento Fundamento legal Frequência (Exames 34º–44º)
Apelação Criminal Após sentença condenatória ou absolutória Art. 593, CPP ⭐⭐⭐⭐⭐ 5x (incluindo o 44º Exame)
Resposta à Acusação Após o recebimento da denúncia e citação do réu Art. 396 e 396-A, CPP ⭐⭐⭐⭐ 2x (36º e 42º)
Memoriais (Alegações Finais) Após instrução encerrada, sem debates orais Art. 403, §3º, CPP ⭐⭐⭐ 1x (37º) — histórico alto
Agravo em Execução Fase de execução penal — contra decisão do juízo da VEP Art. 197, LEP; Súmula 700, STF ⭐⭐⭐ 1x (38º)
Recurso em Sentido Estrito Contra decisões interlocutórias taxativamente previstas Art. 581, CPP ⭐⭐ 1x (34º)
Contrarrazões à Apelação Após apelação da parte contrária — defesa responde ao recurso Art. 600, CPP ⭐⭐ 1x (43º)
Revisão Criminal Após condenação transitada em julgado (hipóteses do art. 621, CPP) Arts. 621 a 631, CPP Não cobrada nos últimos 11 exames, mas é a única peça para esse momento processual

A prática penal na 2ª fase da OAB exige que você saiba identificar o momento processual correto para cada peça. A FGV não diz explicitamente “faça uma apelação” — ela descreve uma situação e espera que você reconheça qual peça é cabível a partir da linha do tempo do processo criminal. No 44º Exame (outubro/2025), por exemplo, a banca cobrou apelação no Juizado Especial Criminal, exigindo conhecimento sobre o endereçamento correto para a Turma Recursal e os prazos específicos do JECRIM.

📌 Como identificar a peça no enunciado: Pergunte-se sempre — “Em que fase do processo estou?” Se o réu foi citado, é Resposta à Acusação. Se houve sentença e seu cliente quer recorrer, é Apelação. Se a outra parte apelou, são Contrarrazões. Se a instrução foi encerrada sem debates orais, são os Memoriais. Se é execução penal, é Agravo em Execução. Se há condenação transitada em julgado e se enquadra em uma das hipóteses do art. 621 do CPP, é Revisão Criminal. A linha do tempo processual é sua bússola.
⚠️ Importante — não ignore as demais peças: Embora Apelação, Resposta à Acusação e Memoriais dominem as estatísticas, a FGV já cobrou queixa-crime, RESE, apelação no JECRIM e contrarrazões nos últimos anos. O Habeas Corpus, apesar de ser peça fundamental da advocacia criminal no dia a dia, é pouquíssimo cobrado na prova — mas estudar todas as peças é a orientação mais segura. A banca pode surpreender.

Vale mencionar que o Curso de OAB Segunda Fase em Penal do IDPB foi criado exatamente para treinar essa identificação: com videoaulas específicas de cada peça, banco de modelos editáveis, simulados com correção em vídeo e plantão de dúvidas direto com a professora Cristiane Dupret. Se você quer preparação estruturada para a prática penal na 2ª fase da OAB, o curso é o caminho mais seguro. Conheça o curso aqui.


3. Estrutura-padrão da resposta à acusação na prática penal OAB

A resposta à acusação é, ao lado da apelação, uma das peças mais importantes para quem se prepara para a prática penal na 2ª fase da OAB. Nos últimos 11 exames (34º ao 44º), ela foi cobrada no 36º e no 42º Exames — ficando atrás apenas da apelação em frequência. Ela é a primeira defesa formal do réu na ação penal e tem previsão nos artigos 396 e 396-A do Código de Processo Penal. O prazo é de 10 dias contados da citação — e o enunciado da prova quase sempre traz a data da citação para que você calcule o último dia do prazo.

No rito do Tribunal do Júri, o fundamento é o artigo 406 do CPP, e o prazo é de 10 dias contados da efetiva citação. Essa distinção importa: se o enunciado mencionar crime doloso contra a vida, o fundamento legal muda. O domínio desse detalhe é o que separa candidatos treinados em prática penal na 2ª fase da OAB dos que apenas “conhecem a teoria”.

Estrutura-padrão da resposta à acusação — prática penal 2 fase OAB: elementos, fundamento legal e pontuação
Estrutura completa da resposta à acusação para a prática penal 2ª fase OAB — elementos obrigatórios, fundamentos legais e distribuição aproximada de pontos.

Passo a passo da Resposta à Acusação

A estrutura da Resposta à Acusação na prática penal da 2ª fase da OAB segue uma ordem lógica que o edital da FGV exige: endereçamento ao juízo competente, qualificação do réu, nome correto da peça, preliminares processuais (quando cabíveis), teses de mérito e pedidos. Veja como construir cada bloco:

  1. Endereçamento: “Exmo. Sr. Dr. Juiz de Direito da __ Vara Criminal da Comarca de ___” — sempre ao juízo competente indicado no enunciado.
  2. Qualificação do réu: Nome completo, RG, CPF, endereço e demais dados fornecidos pelo enunciado.
  3. Nome da peça: “RESPOSTA À ACUSAÇÃO” em negrito, centralizado. Nunca chame de “Defesa Prévia” ou “Contestação” — são nomes errados que podem custar pontos.
  4. Preliminares (se cabíveis): Nulidades processuais (art. 564, CPP), incompetência, inépcia da denúncia, falta de justa causa etc. Só argua o que o caso concreto sustenta.
  5. Mérito: As teses penais em favor do réu — atipicidade, excludentes de ilicitude, causas de exculpação, prescrição, pedido de absolvição sumária (art. 397, CPP).
  6. Pedidos: Principal — absolvição sumária; alternativo — absolvição ao final da instrução; subsidiário — redução de pena e regime mais benéfico se condenado.
  7. Fechamento: Local, data, nome completo do advogado e número de inscrição na OAB.
🚨 Atenção: A FGV já reprovou candidatos por chamar a Resposta à Acusação de “Defesa Prévia” — denominação do revogado art. 395 do CPP (redação anterior à Lei 11.719/2008). Usar o nome errado sinaliza desconhecimento do direito processual penal vigente e pode impactar a nota.

Para quem quer se aprofundar na elaboração de peças criminais além da OAB — atuando de verdade no dia a dia do foro —, o Curso de Prática na Advocacia Criminal do IDPB cobre desde a atuação em sede policial até a elaboração de habeas corpus, recursos e peças de execução. É o passo natural depois da aprovação na OAB.

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4. Teses de mérito que sempre caem na prática penal 2ª fase OAB

Se a identificação da peça é o primeiro desafio da prática penal na 2ª fase da OAB, o desenvolvimento das teses de mérito é onde candidatos bem preparados se diferenciam dos demais. As teses são os argumentos jurídicos que fundamentam a defesa — e elas seguem padrões claros nos exames da FGV.

As teses de mérito mais recorrentes

A análise das provas anteriores mostra que determinadas teses de prática penal aparecem com regularidade na 2ª fase da OAB. Conhecê-las não é “colar na prova” — é dominar o Direito Penal Material que qualquer advogado criminalista precisa saber:

  • Atipicidade da conduta — o fato não configura crime por ausência de tipicidade formal ou material (princípio da insignificância, ausência de dolo ou culpa).
  • Legítima defesa (art. 25, CP) — réplica a agressão injusta, atual ou iminente, com meios necessários, dentro do prazo da agressão.
  • Estado de necessidade (art. 24, CP) — sacrifício de bem jurídico para salvar outro de perigo não provocado.
  • Erro de tipo (art. 20, CP) — o agente desconhecia elemento constitutivo do tipo, afastando o dolo.
  • Prescrição (arts. 109 a 119, CP) — extinção da punibilidade pelo decurso do tempo; calcule sempre com base nas datas do enunciado.
  • Ausência de autoria ou materialidade — quando os fatos do enunciado não indicam suficientemente a participação do réu no crime.
  • Desclassificação do crime — mudança para tipo penal menos grave (ex: de roubo para furto, de homicídio doloso para culposo).
  • Causas de exculpação — inimputabilidade (art. 26, CP), coação moral irresistível, obediência hierárquica.
📌 Como apresentar a tese no mérito: Descreva a tese → cite o artigo → aplique ao caso concreto do enunciado → formule o pedido consequente. Nunca cite teses genéricas desconectadas dos fatos: o avaliador da FGV pontua o raciocínio aplicado, não o conhecimento abstrato.

Teses processuais (preliminares) que mais aparecem

Além das teses de mérito, a prática penal na 2ª fase da OAB exige que você saiba identificar e arguir preliminares processuais quando o enunciado as sustenta. As mais cobradas são:

  • Nulidade por ausência de advogado em ato do processo (art. 564, III, “c”, CPP c/c art. 261, CPP c/c Súmula 523, STF)
  • Inépcia formal da denúncia (art. 41, CPP) — ausência de descrição suficiente do fato
  • Incompetência absoluta ou relativa do juízo
  • Falta de justa causa para a ação penal (ausência de suporte probatório mínimo)
  • Nulidade por falta de oportunidade para resposta à acusação (art. 396 c/c art. 564, IV, CPP)

Atenção: argua apenas as preliminares que o caso concreto sustenta. Preliminares genéricas sem amparo nos fatos do enunciado revelam falta de domínio da prática penal e podem ser descontadas pelo avaliador.

🎬 Assista: Dicas da Cris Dupret para a 2ª fase da OAB em Penal

Revisão completa de Direito Penal para a OAB com a Professora Cristiane Dupret — canal @CristianeDupret


5. Erros que zeram a questão de prática penal na 2ª fase da OAB

Quem já corrigiu provas da 2ª fase sabe: os erros que zeram ou destroem a nota raramente são erros de “não saber direito penal”. São erros de execução — de não dominar a mecânica da prática penal na 2ª fase da OAB. Eles são evitáveis com treinamento. Veja os principais:

Erro Por que elimina pontos Como evitar
Errar o nome da peça Sinaliza desconhecimento do direito processual vigente; pode zerar o bloco Memorize os nomes corretos: “Resposta à Acusação” (nunca “Defesa Prévia”), “Alegações Finais por Memoriais” etc.
Endereçar ao juízo errado Peça dirigida ao tribunal errado é formalmente incorreta Leia o enunciado com atenção: qual vara, qual fase, qual instância
Misturar preliminar com mérito Estrutura confusa penaliza a organização da peça Seções separadas: primeiro as preliminares, depois o mérito
Teses genéricas sem aplicação ao caso FGV pontua raciocínio aplicado, não enumeração abstrata de institutos Conecte cada tese ao fato narrado no enunciado
Omitir os pedidos Peça sem pedido é incompleta — pode perder pontos inteiros Sempre: pedido principal + alternativo + subsidiário
Não assinar ou assinar com nome errado Falta de qualificação do subscritor compromete o fechamento Inclua nome completo e nº OAB conforme orientação do edital
Gestão de tempo ruim Peça incompleta por falta de tempo é a causa mais frequente de nota baixa Faça o rascunho completo antes de passar a limpo; treine com cronômetro
💡 Lembre-se: A prática penal na 2ª fase da OAB é, antes de tudo, uma questão de treino. Candidatos que fazem simulados cronometrados, com correção, e que revisam suas peças com olhar crítico têm desempenho sistematicamente superior aos que apenas estudam teoria. O conhecimento jurídico é necessário — mas a execução na prova é o que garante a aprovação.

Você pode encontrar mais detalhes sobre a elaboração correta de peças processuais penais em outros artigos do IDPB, como como identificar a peça na 2ª fase da OAB e quais peças caem na 2ª fase da OAB em Penal.


6. Depois da aprovação na 2ª fase de penal — e agora?

A aprovação na 2ª fase da OAB é um marco — mas é apenas o começo do caminho na advocacia criminal. Há uma distância real entre dominar a prática penal para a 2ª fase da OAB e atuar com segurança nos casos reais do dia a dia: saber o que fazer quando o cliente é preso em flagrante, como se comportar em uma audiência de custódia, como redigir um habeas corpus com chances reais de sucesso.

Essa é exatamente a lacuna que o Curso de Prática na Advocacia Criminal do IDPB preenche. Enquanto a OAB testa se você sabe elaborar uma peça em uma situação-problema controlada, o curso de prática criminal prepara você para a realidade do foro: o cliente nervoso na delegacia, a audiência que sai do roteiro, a decisão judicial desfavorável que exige recurso imediato.

A prática penal na 2ª fase da OAB prova que você sabe a teoria e consegue escrever a peça. O Curso de Prática na Advocacia Criminal prova que você sabe atuar — na delegacia, na audiência, no habeas corpus, na execução. São aprendizados diferentes, mas complementares.

Mais de 4.900 advogados já passaram pelo programa. O conteúdo vai de como fazer o primeiro contato com o cliente até estratégia de defesa em crimes complexos, passando por toda a prática processual penal do início ao fim do processo. Se você quer construir uma carreira sólida na advocacia criminal depois da OAB, esse é o próximo passo.

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7. Perguntas frequentes sobre prática penal na 2ª fase da OAB

1. Quantas peças devo estudar para a prática penal na 2ª fase da OAB?
Todas as peças processuais penais são cobráveis. A orientação da professora Cristiane Dupret é clara: não tente adivinhar qual peça vai cair — estude todas. Analisando os últimos 11 exames (34º ao 44º), a Apelação aparece em primeiro lugar (cobrada 5 vezes), seguida pela Resposta à Acusação (2 vezes). Memoriais, Agravo em Execução, Recurso em Sentido Estrito e Contrarrazões à Apelação também já foram cobrados. O Habeas Corpus, apesar de peça essencial no dia a dia da advocacia criminal, raramente cai na prova de 2ª fase. O método correto é dominar a identificação do momento processual e aplicar isso a qualquer peça que apareça.
2. Posso usar o Vade Mecum na prova de prática penal da OAB?
Sim, a 2ª fase da OAB permite consulta ao Vade Mecum, com restrições definidas no edital do exame. Em regra, não são permitidas obras comentadas, anotadas ou com texto além do oficial. A consulta é uma vantagem para quem sabe usá-la: você não precisa memorizar artigos, mas precisa saber onde buscar rapidamente. Treine a marcação estratégica do Vade Mecum durante a preparação — é uma das ferramentas do candidato de prática penal na 2ª fase da OAB.
3. Qual é a diferença entre preliminar e mérito na resposta à acusação?
Preliminares são arguições de natureza processual — nulidades, incompetência, inépcia da denúncia — que, se acolhidas, encerram o processo sem análise do mérito. Teses de mérito são os argumentos de Direito Penal Material — atipicidade, excludentes, prescrição — que, se acolhidos, levam à absolvição. Na estrutura da peça de prática penal na 2ª fase da OAB, as preliminares vêm antes do mérito. Misturar os dois blocos é um dos erros mais comuns e penaliza a nota de forma significativa.
4. O que acontece se eu zerar a peça na 2ª fase da OAB em Penal?
Zerar a peça na prova de prática penal na 2ª fase da OAB implica reprovação automática, independentemente da nota nas questões discursivas. A peça vale 5 pontos e é eliminatória se zerada — a nota total mínima para aprovação é 6 pontos, mas o zero na peça impede aprovação mesmo que o candidato tire nota máxima nas quatro questões. Isso reforça a importância de treinar a peça com prioridade máxima na preparação.
5. Quanto tempo devo reservar para a peça na prova de prática penal da OAB?
A prova tem 5 horas de duração. A recomendação da professora Cristiane Dupret é reservar pelo menos 2 horas para a peça — idealmente começando por ela, quando a concentração está no pico. As quatro questões discursivas consomem cerca de 40 a 45 minutos cada. Treine com cronômetro durante a preparação: a gestão de tempo na prova de prática penal na 2ª fase da OAB é tão importante quanto o conhecimento jurídico.
6. Qual curso preparatório é recomendado para a prática penal na 2ª fase da OAB?
O Curso de OAB Segunda Fase em Penal do IDPB é elaborado e ministrado pela advogada criminalista Cristiane Dupret, com mais de 15 anos de preparação para o Exame de Ordem. O curso inclui mais de 40 horas de videoaulas, banco de peças com modelos editáveis, 6 simulados completos com correção, plantão de dúvidas personalizado e material atualizado pelo Pacote Anticrime. É 100% online, com acesso ilimitado até o dia da prova. Acesse o curso aqui.
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